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	<title>Editora Motivar &#187; Artigos</title>
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	<description>Levando a Palavra a toda criatura</description>
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		<title>De quem é o crédito?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 18:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já lhe aconteceu de trabalhar arduamente em um projeto e não receber o crédito que achava merecer pelo esforço despendido? Ou, pior, depois de cumprir uma tarefa importante ver outro receber o reconhecimento pela sua realização?  Desejar ser reconhecido pelo bom trabalho realizado é uma reação natural, mas nem sempre recebemos a aprovação esperada. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já lhe aconteceu de trabalhar arduamente em um projeto e não receber o crédito que achava merecer pelo esforço despendido? Ou, pior, depois de cumprir uma tarefa importante ver outro receber o reconhecimento pela sua realização?</p>
<p> Desejar ser reconhecido pelo bom trabalho realizado é uma reação natural, mas nem sempre recebemos a aprovação esperada. Em tais ocasiões nos sentimos desencorajados e desanimados, pensando para quê tanto esforço. Essa atitude pode abrigar amargura e inveja dos que receberam a aprovação de que nos julgávamos merecedores. A persistência de tais pensamentos pode influenciar negativamente nossa performance no futuro. Certo líder sábio observou: &#8220;É fantástico o que podemos realizar, quando não nos importamos com quem recebe o crédito&#8221;.</p>
<p> Mas quem, na verdade, não iria querer receber o crédito por aquilo que realizou? É verdade! Todos nós gostamos de ver nosso trabalho reconhecido, seja por um elogio feito em particular, por um simples &#8220;Bom trabalho!&#8221; expresso por e-mail ou uma declaração pública durante uma reunião. Frequentemente, todavia, nosso trabalho pode ser contaminado por um espírito de competição, pelo desejo de mostrar que somos melhores, mais inteligentes e mais bem-sucedidos do que outros. Competimos visando louvor e, se perdemos, nos mergulhamos no desapontamento.</p>
<p> Conheci líderes que evitavam a exposição pública. Trabalhavam atrás do palco para assegurar o êxito de reuniões importantes, cuidando de tudo com antecipação e nos detalhes, desde a chegada dos participantes até o final do evento. Jamais buscavam crédito pelo seu trabalho. O sucesso das reuniões era a sua satisfação.</p>
<p> Como podiam fazer isso? Como eram capazes de labutar em virtual obscuridade, enquanto outros desempenhavam os papeis visíveis, expondo-se ao público e recebendo aplausos? Simples: eles realizavam seu trabalho para uma &#8220;plateia de uma pessoa só&#8221;. Viam-se a si mesmos como servos, ansiosos para servir e não para serem servidos. Compreendiam que suas habilidades e as oportunidades para colocá-las em prática eram dom de Deus. E cumpriam seus papeis com humildade e em gratidão a Ele.</p>
<p> Servir em vez de ser servido. Falando sobre Sua missão Jesus disse: &#8220;Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos&#8221; (Marcos 10.45). Se alguém poderia exigir ser servido, esse alguém era Jesus. Mas, ao contrário, Ele escolheu servir.</p>
<p> Encarar os papeis com humildade. Escrevendo aos seguidores de Cristo na cidade de Corinto, Paulo classificou como irrelevante a discussão sobre se deveriam considerar a ele ou a Apolo como líder principal: &#8220;Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento&#8221; (1 Coríntios 3.6-7).</p>
<p> Robert J. Tamasy</p>
<p>Fonte: http://geraldonunes.blogspot.com</p>
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		<title>Descobrindo nosso Destino</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 15:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Robert J. Tamasy  Todos nós temos ambições e aspirações. Há os que lutam para alcançar altas posições executivas ou conquistar grandes responsabilidades administrativas. Outros preferem abordagem empresarial, esperando um dia gerir seu próprio negócio. Ainda para outros as metas assumem forma tangível &#8211; bens ou compensações materiais.   “Tudo para deixá-lo feliz”, dizem alguns, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Por Robert J. Tamasy</p>
<p> Todos nós temos ambições e aspirações. Há os que lutam para alcançar altas posições executivas ou conquistar grandes responsabilidades administrativas. Outros preferem abordagem empresarial, esperando um dia gerir seu próprio negócio. Ainda para outros as metas assumem forma tangível &#8211; bens ou compensações materiais.  </p>
<p>“Tudo para deixá-lo feliz”, dizem alguns, pois tendemos a definir felicidade em termos do que desejamos. Por isso intrigou-me a afirmação de Albert Schweitzer, médico e filósofo franco-germânico: “Não sei qual será seu destino, mas uma coisa eu sei: os únicos a ser realmente felizes serão aqueles que buscarem e descobrirem como servir.”</p>
<p>Quantos sinceramente moldam suas ambições em torno do serviço prestado aos outros? Podemos pensar em notáveis exceções como Madre Teresa e o próprio Schweitzer, que construiu um hospital e estabeleceu uma clínica médica na África Central no início do século XX. Mas, neste século XXI, a noção de encontrar felicidade servindo a outras pessoas geralmente parece contrária ao nosso modo de pensar, especialmente no meio profissional e empresarial, onde passamos a maior parte do nosso tempo. </p>
<p>De início, somos tentados a descartar a ideia de alcançar felicidade servindo aos outros taxando-a de idealismo tolo. Porém, quantas vezes nossa própria vida não foi enriquecida pelo altruísmo de outras pessoas: um professor que nos ofereceu tempo e atenção especiais; um colega que voluntariamente se ofereceu para nos prestar assistência; um chefe que investiu tempo e energia para nos orientar, tornando-nos mais hábeis e produtivos e, por conseguinte, mais valiosos para a empresa.</p>
<p>Jesus frequentemente falou sobre servir aos outros. A “Regra de Ouro” deriva desse princípio: “Como vocês querem que os outros lhes façam, façam também vocês a eles” (Lucas 6.31). Mais tarde Ele renovou a advertência do Antigo Testamento ao dizer a um líder religioso: “Ame cada um ao seu próximo como a si mesmo” (Levítico 19.18; Lucas 10.27).  </p>
<p> Apreciamos ser tratados com justiça e consideração. Devemos apresentar a mesma atitude, tratando os outros da mesma maneira. Em muitos casos, entretanto, isso não acontece naturalmente. É preciso intenção e comprometimento para concentrar o foco nos interesses do outro. Uma empresa para a qual trabalhei, cumpre isso através de sua declaração de valores: “Buscamos o que há de melhor nos outros e vemos cada pessoa como um ser único. Em todos os nossos procedimentos trataremos o outro com cortesia, respeito, consideração e aceitação”. </p>
<p> Vejamos alguns princípios bíblicos sobre o assunto: </p>
<p>. Colocando os outros em primeiro lugar. “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Filipenses 2.3-4). </p>
<p> . Imitando o caráter de Cristo. “Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus&#8230; esvaziou-Se a Si mesmo, vindo a ser servo” (Filipenses 2.5-7).</p>
<p> . Servindo no poder de Deus. “&#8230;Fomos libertados da Lei, para que sirvamos conforme o novo modo do Espírito” (Romanos 7.6). </p>
<p> Texto de Robert J. Tamasy, vice-presidente de comunicações da Leaders Legacy, corporação beneficente com sede em Atlanta. Georgia, USA.  Com mais de 30 anos de trabalho como jornalista, é co-autor e editor de nove livros.Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)</p>
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		<title>Fé e Obediência</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 15:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só o crente é obediente, e só o obediente é que crê. Apresentar a primeira frase sem a segunda constitui grave perda de fidelidade bíblica (&#8230;). Primeiro a fé, depois a obediência. Se assim se quiser provar apenas a justificação pela fé e não pelo ato de obediência, então estamos diante da premissa necessária e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só o crente é obediente, e só o obediente é que crê.</p>
<p>Apresentar a primeira frase sem a segunda constitui grave perda de fidelidade bíblica (&#8230;). Primeiro a fé, depois a obediência. Se assim se quiser provar apenas a justificação pela fé e não pelo ato de obediência, então estamos diante da premissa necessária e irrefutável de tudo o mais. Se, porém, se procurar estabelecer cronologicamente que primeiro se deve crer, seguindo-se, depois a obediência, então fé e obediência são separadas uma da outra, ficando em aberto a seguinte pergunta:  Quando deve começar a obediência? Assim, a obediência permanece separada da fé.</p>
<p>Só o obediente é que crê. É necessário prestar obediência a uma ordem concreta, para que possa haver fé. É preciso dar um primeiro passo obediente, para que a fé não se transforme em uma auto-ilusão piedosa ou na graça que chamamos barata. Tudo depende do primeiro passo, que se distingue qualitativamente de todos que se seguem. O primeiro passo de obediência impõe a Pedro abandonar as redes e saltar do barco (&#8230;). A fé não é possível nesta nova existência que a obediência criou. </p>
<p>Vivemos um tempo de grande religiosidade, uma religiosidade que muitas vezes “bebe em outras fontes” na busca por paz e bem estar para o individuo. Neste contexto, não há espaço para uma fé comprometedora, e esta é uma das diferenças entre religiosidade e vida de fé. Fé é mais do que “acreditar que”, é diferente do que a busca pelo bem estar da alma.</p>
<p>A fé crista está centrada no Cristo testemunhado na Bíblia e precisa ser constantemente medida e corrigida neste Cristo. Fé não é uma conquista, mas um presente, um dom. Nada do que se possa imaginar serve para adquirir fé. Ela é graça e nada mais. Entretanto, ela não fica inoperante, ela é dinâmica e desafiante. A resposta à graça da fé é a obediência. Fé não é um sentimento religioso, ela se concretiza na obediência no dia a dia.</p>
<p>O mundo está rodeado de testemunhas cristãs que transformaram sua fé em obediência, que as levou a colocar suas vidas a serviço de causas bem concretas. E temos também uma nuvem de testemunhas quase anônimas, que se sabem chamadas e que obedecem.</p>
<p>Fé sem obediência e obediência sem fé são apenas frases ocas que não podem ser levadas a sério. Elas são, isto sim, um anti testemunho, são uma negação de Deus. No momento em que se transforma a fé e a pratica crista em mera religiosidade, deturpa-se o evangelho. Ser luz do mundo e sal da terra, segundo as palavras de Jesus, pressupõe o binômio fé e obediência. Esta obediência, porem, não busca méritos pois ela é apenas a outra face da fé. Fé e obediência colocam-se a serviço da vida, e não apenas da própria.</p>
<p>Dietrich Bonhoeffer</p>
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		<title>Em meio a Babel</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na igreja ocidental contemporânea o discurso sobre missões é com frequência dominado pelo desenvolvimento de estratégias. A igreja, impelida por um pragmatismo que é, ele mesmo, definitivo da cultura ocidental, vive buscando aquela estratégia que irá ocasionar a conversão das massas. Se a estratégia certa, se as palavras certas forem encontradas, o reavivamento irá ocorrer. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na igreja ocidental contemporânea o discurso sobre missões é com frequência dominado pelo desenvolvimento de estratégias. A igreja, impelida por um pragmatismo que é, ele mesmo, definitivo da cultura ocidental, vive buscando aquela estratégia que irá ocasionar a conversão das massas. Se a estratégia certa, se as palavras certas forem encontradas, o reavivamento irá ocorrer. A igreja deve proclamar a mensagem em sua forma original, deixando que seu modo de vida interprete a mensagem. Segundo esse modo de pensar, a boa nova deve ser traduzida para a linguagem da cultura para que se torne acessível, a fim de que as fileiras de uma igreja moribunda sejam engrossadas.</p>
<p>Este artigo procurará demonstrar que estratégias missionais que apresentam o evangelho numa linguagem compreensível para a cultura ocidental estão fadadas ao fracasso. Quando a igreja usa a linguagem da cultura ocidental para proclamar a boa nova, as definições culturais sequestram o significado cristão, sendo que o único resultado possível é um cristianismo cultural. Além disso, a própria noção de linguagem tem perdido significativamente o seu valor na sociedade contemporânea; as tentativas cristãs de pronunciar-se culturalmente representam mera capitulação às estruturas de Babel e sua participação nelas. Portanto, se a igreja ocidental deseja tornar-se missionária, deve aprender a pronunciar-se cristãmente em meio a Babel. Em vez de alterar a mensagem do evangelho, a igreja deve proclamar a mensagem em sua forma original, deixando que seu modo de vida interprete a mensagem.</p>
<p>A mensagem cristã não deve e não pode ser empregada simplesmente a fim de prover aprovação cultural para o modo de vida cristão. Ao contrário, é o modo de vida cristão, aliado à fé no Espírito Santo, que deve prover conteúdo e significado à mensagem cristã. Quando o cristianismo for proclamado dessa forma a igreja estará equipada para revelar um modo de vida novo e radical à cultura ocidental dominada pelos ídolos do capitalismo de livre-mercado e da democracia liberal.</p>
<p>Daniel Oudshoorn</p>
<p>Fonte: Bacia das Almas</p>
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		<title>Congresso de Editores Cristãos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ajunior</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 25 e 26 de novembro foi realizado em São Paulo o encontro dos editores cristãos com o tema: Perfil do leitor evangélico brasileiro. Os palestrantes Magali  e Gedeon  Alencar foram muito felizes em suas colocações. Fizeram um relato da história dos evangélicos no Brasil, o seu crescimento e com ele seus desafios. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 25 e 26 de novembro foi realizado em São Paulo o encontro dos editores cristãos com o tema: Perfil do leitor evangélico brasileiro.</p>
<p>Os palestrantes Magali  e Gedeon  Alencar foram muito felizes em suas colocações. Fizeram um relato da história dos evangélicos no Brasil, o seu crescimento e com ele seus desafios. O preconceito já não existe e hoje o ser evangélico faz parte de uma cultura denominada <em>gospel, </em>que difere em muito pouca coisa da cultura secular.</p>
<p>A pergunta que Gedeon levantou e que para nós como editores cristãos foi fundamental e vale a reflexão foi: “O que somos vanguarda hoje?“</p>
<p>Como editores temos o compromisso com a ética, responsabilidade de compreendermos que o que importa não são os números e sim a qualidade. Seremos cobrados por Deus por aquilo que temos difundido entre o seu povo. Literaturas vazias de conteúdo, auto ajuda, palavras soltas ao vento, com toda sorte de doutrina.</p>
<p>Precisamos compreender que somos o sal da terra e a luz do mundo também como editores, precisamos fazer a diferença em uma sociedade sufocada pelo <em>gospel</em> e carente da verdade de Deus.</p>
<p>Que o Senhor nos ajude a manter o nosso compromisso de publicarmos somente uma literatura fundamentada na Palavra de Deus e que seja edificante para o Corpo de Cristo.</p>
<p>Kátia de Vasconcellos Gonzalez</p>
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		<title>O Benefício da Leitura</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 19:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A leitura nos incentiva a ir além de nós mesmos como também nos lembra de que não somos os únicos na terra a sonhar, sofrer,viver. William Carey, um sapateiro que ao ler a história da vida de David Brainerd, missionário aos índios norte americanos, sentiu vontade de gastar sua vida assim. William Carey sente-se chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura nos incentiva a ir além de nós mesmos como também nos lembra de que não somos os únicos na terra a sonhar, sofrer,viver. William Carey, um sapateiro que ao ler a história da vida de David Brainerd, missionário aos índios norte americanos, sentiu vontade de gastar sua vida assim. William Carey sente-se chamado para o trabalho transcultural na Índia. Após muito trabalhar como sapateiro, Carey conseguiu comprar as passagens e embarcou para a Índia numa viagem de navio que durou 5 meses, juntamente com sua esposa Doroty e cinco filhos, o menor com cerca de 3 meses de idade. Permaneceu naquele País durante 41 anos. Traduziu a Bíblia inteira para o Bengalês, Sanscrito e Marathí, e o Novo Testamento para várias outras línguas; fundou escolas cristãs, foi usado na conversão de grande número de hindus e na formação de várias Igrejas, além de discipular vários pregadores nativos. Ele é conhecido hoje como o Pai das Missões Modernas.</p>
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		<title>Os inimigos que sorriem para nós</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>romney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As sutis ameaças que colocam os cristãos em perigo Jucilene* é uma cristã brasileira que vive numa cidade grande. Nasceu num lar cristão e herdou uma herança cristã familiar valorosa que a ajuda a viver nos dias de hoje. Mas Jucilene se deixou influenciar pelas maneiras invasoras do mundo que são atraentes, sensuais e desejáveis. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As sutis ameaças que colocam os cristãos em perigo</p>
<p>Jucilene* é uma cristã brasileira que vive numa cidade grande. Nasceu num lar cristão e herdou uma herança cristã familiar valorosa que a ajuda a viver nos dias de hoje. Mas Jucilene se deixou influenciar pelas maneiras invasoras do mundo que são atraentes, sensuais e desejáveis. Sua fé ficou abalada.</p>
<p>A história de Jucilene reflete o que a igreja cristã de um modo geral afronta: influências culturais de onde vivemos e as normas da sociedade que se instalam no <em>nosso pensamento, nos nossos sentimentos e sonhos</em>. Assim aborda o livro <strong><em>Inimigos com caras sorridentes</em></strong>, de Donald Posterski, lançado aqui pela Editora Motivar. Os valores cristãos podem muitas vezes não resistir se não houver um cuidado com o que as pessoas lidam dia a dia e que se tornam normais na sua caminhada. Detalhes que causam uma emoção ou o fim de um sofrimento mas que são nada mais que uma brisa passageira. Posterski, que é conferencista e ex Diretor da Visão Mundial nos Estados Unidos, nos chama a atenção para detalhes que podem fazer as pessoas a viver uma vida religiosa e aceitar conceitos de um cristianismo sem Cristo.</p>
<p>O livro “<em>Inimigos com caras sorridentes” </em>revela como a “cultura” tem o poder de afastar as pessoas dos propósitos de Deus e também mudar os seus parâmetros, sem que percebam. De uma forma sutil, essa cultura vai moldando a todos de uma forma igual. As pessoas perdem a sua identidade e passam a ser parte de uma massa sem rosto e facilmente manipulável pelos conceitos difundidos pela mídia e pela própria cultura, que chega até nós com um sorriso no rosto, fazendo-as sentir aceitos, amados e importantes.</p>
<p>O que Posterski chama de <em>inimigos</em>, vêm na forma de conceitos populares cristãos que não são verdadeiramente bíblicos como: fé instantânea, fé emotiva, fé unilateral e superioridade espirituall. Outros <em>inimigos </em>são as noções comuns que absorvemos de nosso mundo como: autoformação, consumismo, caráter sem forma e fé privatizada. <strong>Inimigos com caras sorridentes </strong>é um livro imperdível para aqueles que desejam saber como viver entre inimigos com caras sorridentes.</p>
<p>*Nome fictício</p>
<p>Inimigos com caras sorridentes de Donald Posteski (Editora Motivar)</p>
<p>224 páginas</p>
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		<title>Viva leitura</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:03:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enfim, uma boa idéia. Fala-se tanto na necessidade de criar um plano nacional de leitura, artigos são escritos com relativa abundância, mas na prática o que se vê são ações pontuais, que têm duração dos dias da sua realização. Ou seja, nada duradouro, definitivo, como se deve esperar de uma necessidade desse porte. Busca-se constituir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim, uma boa idéia. Fala-se tanto na necessidade de criar um plano nacional de leitura, artigos são escritos com relativa abundância, mas na prática o que se vê são ações pontuais, que têm duração dos dias da sua realização. Ou seja, nada duradouro, definitivo, como se deve esperar de uma necessidade desse porte. Busca-se constituir um Plano Nacional de Leitura e do Livro. Não é um esforço isolado, pois tem a participação de 21 nações, no ano de 2005, com o nome de Vivaleitura, que se confunde, de propósito, com o Ano Ibero-Americano da Leitura.</p>
<p>Certamente, órgãos como as Secretarias Estaduais de Cultura têm uma presença significativa no evento, como está acontecendo no Rio de Janeiro, por intermédio da Biblioteca Pública Estadual, um centro irradiador de ações expressivas em favor da leitura em nosso País, sob a direção de Ana Lygia Medeiros. O curioso é que essa idéia coincide com as comemorações, no mundo inteiro, em torno dos 400 anos de lançamento da obra-prima de Miguel de Cervantes, que é o D. Quixote. No Instituto Metropolitano de Altos Estudos, em São Paulo, participamos de um maravilhoso debate sobre essa efeméride, em que falaram intelectuais de diferentes formações, como Ives Gandra Martins, Celso Láfer, Rodolfo Konder, Edevaldo Alves da Silva, Luís Gonzaga Belluzzo, César Calegari e José Aristodemo Pinotti, entre outros. Cada um deu a sua visão sobre a permanência desse clássico, no imaginário popular, elogiando a capacidade de Cervantes, com o seu estilo irônico ou sarcástico, de criticar os romances da época sobre a cavalaria andante. O engenhoso D.Quixote seria a personificação da busca de utopias aparentemente irrealizáveis, o que deu vida a uma extraordinária música de Chico Buarque, cantada por Maria Betânia, intitulada &#8220;Sonho Impossível&#8221;. A propósito, lembramos de dois fatos de grande repercussão: primeiro foi a encenação, no Teatro Adolpho Bloch, da peça &#8220;O homem de la Mancha&#8221;, dirigida por Flávio Rangel, com Paulo Autran, Bibi Ferreira e um incrível Sancho Pança – Grande Otelo. A cena da morte do  cavaleiro, suas últimas palavras, levaram-nos às lágrimas. Depois, o Prêmio da Latinidade, concedido pelas Academias Francesa e Brasileira de Letras, em 1998, ao escritor mexicano Carlos Fuentes. Este, ao receber as homenagens pela premiação, em discurso, no Rio de Janeiro, falou sobre &#8220;Machado de la Mancha&#8221;, mostrando prováveis semelhanças entre as obras de Miguel de Cervantes e Machado de Assis. Uma comparação erudita e inteligente, apesar da época em que cada um viveu, com uma diferença de cerca de 300 anos.</p>
<p>Voltamos ao Ano Ibero-Americano da Leitura. Busca-se maior inclusão social e desenvolvimento na região, com o envolvimento de chefes de Estado, para que a leitura se torne tema prioritário nas iniciativas governamentais. O Brasil quer construir uma nação de cidadãos leitores. Deve participar ativamente, com a atualização das suas bibliotecas públicas, a construção de outras, e uma política bastante consistente de valorização do gosto pela leitura. Tudo com a participação de todos os envolvidos no processo.</p>
<p><em>Professor Arnaldo Niskier</em></p>
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		<title>Habilidade com a leitura e a escrita</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:02:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O conceito de letramento, muito divulgado no Brasil, nas pesquisas da área de educação pela professora Magda Soares (entre outras), deixou de lado o contraste entre pessoas que sabem e que não sabem ler. O letramento considera graus de intimidade do indivíduo com materiais de escrita e de leitura. Para não assustar ninguém, é bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de letramento, muito divulgado no Brasil, nas pesquisas da área de educação pela professora Magda Soares (entre outras), deixou de lado o contraste entre pessoas que sabem e que não sabem ler. O letramento considera graus de intimidade do indivíduo com materiais de escrita e de leitura. Para não assustar ninguém, é bom deixar claro que o letramento é algo que está em nosso dia-a-dia. Nada mais é do que parte de nossa necessidade diária de ação pela linguagem, especialmente lendo e escrevendo.</p>
<p>Quando alguém sabe ler, mas não consegue compreender sequer textos curtos, essa pessoa pode ser alfabetizada, mas tem um nível de letramento muito baixo. Esse nível pode aumentar à medida que o indivíduo aprende a lidar com mais e diferentes materiais de leitura e de escrita. Quanto mais textos alguém é capaz de ler e entender, mais letrado é. Assim também funciona com a escrita. Quanto mais material escrito alguém é capaz de produzir, mais letramento tem. E não adianta produzir apenas em quantidade. É preciso ampliar o leque de possibilidades, ou seja, ler muitas coisas diferentes e saber o que fazer com elas.</p>
<p>Por exemplo: você é capaz de ler bem uma tirinha? Sabe lidar com o texto do rótulo de uma lata de ervilhas? Consegue produzir um bom bilhete para um familiar? Pode se mover na cidade lendo as placas de rua? Sabe como procurar informações numa bula de remédio? Então você tem letramento suficiente para o dia-a-dia. O caixa eletrônico do banco é mais uma possibilidade de letramento. Já que está numa máquina, ficou sendo chamado de letramento digital. As pessoas que entraram nesse tipo de letramento podem atuar na linguagem por meio da leitura e da escrita de textos produzidos no e para o computador, estejam eles na internet ou nos programas de produção e leitura de material textual.</p>
<p>Uma instituição de ensino é a responsável, em grande medida, pelo aumento do letramento das pessoas. É lá que o indivíduo deixa de ler e escrever apenas os textos do dia-a-dia e passa a ter contato com materiais elaborados de maneira diferente, às vezes mais complexos e menos comuns no cotidiano. Na escola, aprendemos a escrever as famosas dissertações. Na faculdade, chovem os resumos, as resenhas e as tenebrosas monografias. Os artigos científicos tornam-se a leitura predileta de quem resolve se especializar na carreira. E, mais tarde, para quem se aprofunda, chegam as dissertações e teses. A leitura literária faz parte da ampliação do letramento. Tudo isso faz aumentar, também, a quantidade e a qualidade das informações na nossa memória, ou seja, nossa bagagem cultural. Isso é letramento. E quando alguém também domina os textos feitos na e para a tela do computador, isso é letramento digital.</p>
<p>Quando o indivíduo entra numa agência bancária e não consegue lidar com as orientações escritas na máquina, é preciso introduzi-lo nessa nova possibilidade de leitura. As escolas, há vários anos, têm oferecido computadores e laboratórios de informática aos alunos para que todos tenham acesso às novas maneiras de ler e escrever. No entanto, nem sempre apenas as máquinas bastam. É preciso que o professor planeje uma nova maneira de dar aulas, um novo jeito de ensinar, com novas tecnologias. Isso é aumentar o letramento e entrar no mundo das possibilidades digitais.</p>
<p>Ana Elisa Ribeiro<br />
Estado de Minas, 14/02/2006 &#8211; Belo Horizonte MG</p>
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		<title>A leitura com dedicação</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A leitura bem feita deflagra um complexo exercício interior de difícil descrição. Ao ler, ponho em ação os sentimentos, a vontade, a memória, a imaginação, a inteligência. Nasce dentro de nós uma agitação bem organizada, como a dos formigueiros e das colméias. As palavras são verdadeiras embaixatrizes da realidade. Fisicamente distante de um vulcão, trago-o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura bem feita deflagra um   complexo exercício interior de difícil descrição. Ao ler, ponho em ação os   sentimentos, a vontade, a memória, a imaginação, a inteligência. Nasce dentro   de nós uma agitação bem organizada, como a dos formigueiros e das colméias. As   palavras são verdadeiras embaixatrizes da realidade. Fisicamente distante de um   vulcão, trago-o para perto, para dentro de mim quando leio a palavra “vulcão”.   Aparentemente absorto do mundo e distante de todos, o leitor, na verdade, está <em>fugindo em direção ao mundo</em>, está se unindo a todos.</p>
<p>A fome de conhecer e de amar através   da leitura manifesta-se claramente quando recorremos ao dicionário, o “pai dos   inteligentes”, a fim de descobrir ou ampliar a definição de palavras   desconhecidas e, portanto, abraçar novas facetas da realidade e da humanidade, abraçá-las e deixar que elas nos abracem.</p>
<p>Mas para abraçar o máximo de   realidades veiculadas pelas palavras é necessário um esforço adicional: concentrar-se.</p>
<p>Uma leitura dispersiva é pura perda de tempo. Concentrar-se pressupõe abrir o livro com a disposição de <em>dedicar-se</em> à leitura.</p>
<p>Dizem, em tom de brincadeira, que D.   Pedro II lia muito bem porque o fazia com os cinco sentidos. Com a vista,   naturalmente; com o tato, segurando o livro; com a audição, ouvindo o barulho   das páginas ao serem folheadas; com o olfato, sentindo o cheiro da tinta   impressa; e com o paladar, quando molhava o dedo indicador na língua para virar as páginas com mais facilidade&#8230;</p>
<p>O cúmulo da leitura dispersiva é   fazer como aquele que vai ler para pegar no sono. As regras dessa arte são   muito simples: “Meta-se na cama numa posição confortável, certifique-se de que   a luz é insuficiente, de modo a causar ligeira fadiga ocular, escolha um livro   que seja tremendamente difícil ou tremendamente maçante — de qualquer forma, um   que realmente pouco lhe importe ler ou não — e estará dormindo em poucos   minutos. Os peritos em repousar com um livro nas mãos não precisam esperar o   anoitecer. Basta-lhes uma cadeira confortável na biblioteca a qualquer hora”   [Mortimer J. Adler, <em>A arte de ler</em>. Rio de Janeiro: Agir, pág. 54.].</p>
<p>E, falando em dispersão, lembro-me que não foi uma só vez que presenciei (e até participei) do seguinte diálogo:</p>
<p>— O que você anda lendo atualmente?</p>
<p>— Estou lendo um livro legal!</p>
<p>— Ah, é? E como se chama?</p>
<p>— Como se chama? Quer dizer&#8230; o título dele?</p>
<p>— Isso, o título.</p>
<p>— Esqueci&#8230;</p>
<p>— Mas quem é o autor?</p>
<p>— Ah, o autor é&#8230; é&#8230; Como é mesmo o nome do autor?</p>
<p>— É brasileiro?</p>
<p>— É. Acho que é&#8230; Escreve legal&#8230;</p>
<p>— Você não lembra do autor nem do título?</p>
<p>— Olha, é um livro dessa largura&#8230; e tem capa verde&#8230; Mas é legal!</p>
<p>Se a cor da capa e o tamanho são as únicas referências do livro retidas pelo distraído leitor, será que ele está realmente aproveitando a leitura?<br />
<strong>LER, PENSAR E ESCREVER</strong><br />
Gabriel Perissé</p>
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